Assinado por Tiago Zanotto, o sofá se articula em módulos e resolve o canto da sala.
Existem peças pensadas para uma única disposição fixa na sala. O sofá Atmos não é uma delas: nasce em módulos independentes, pensados para se combinar de formas diferentes, do encontro de dois trechos retos até a configuração de canto que aparece aqui.
Um desenho pensado em módulos
O sofá Atmos parte de um princípio simples: cada trecho é um módulo à parte, e a articulação entre eles é o que define o desenho final. Na configuração de canto, três módulos se encontram em ângulo e formam um L que ocupa o encontro de duas paredes, sem abrir mão da identidade arredondada da peça. Nas duas pontas abertas, o desenho se resolve em curva: de um lado, um módulo baixo e alongado, quase uma chaise, termina em uma ponta redonda; do outro, o braço se enrola sobre si mesmo em um volume cheio, sem quina aparente. É essa combinação, o ângulo reto escondido por dentro e as curvas nas pontas, que permite ao Atmos ocupar um canto de sala sem parecer um sofá comum apenas encostado na parede.

O apoio que acompanha o módulo
Um dos detalhes mais particulares da peça é o apoio oval preso a um dos módulos. Com tampo em couro emoldurado por madeira, ele fica preso ao terminal por uma haste fina em metal preto e paira ao lado do encosto, na altura certa para apoiar um copo, um livro ou um controle remoto sem depender de uma mesa lateral avulsa. O acabamento em couro contrasta com a madeira que emoldura o tampo, repetindo em miniatura o mesmo cuidado que aparece no restante da peça, e reforça a assinatura de Tiago Zanotto: cada gesto do dia a dia ganha um lugar dentro do próprio desenho do móvel.

Volume macio sobre uma base discreta
Os módulos do sofá Atmos se apresentam em volumes cheios e arredondados, revestidos por um tecido bouclé de textura granulada. As almofadas retangulares do encosto se intercalam com almofadas circulares soltas, que suavizam a transição entre um módulo e outro. Por baixo desse volume, pés finos em metal preto sustentam a peça e criam um leve efeito de suspensão em relação ao chão, como se o volume macio flutuasse sobre a estrutura que o segura. É um contraste que aparece em toda a composição: peso visual generoso em cima, uma base discreta embaixo.

Acabamento e personalização
O sofá Atmos aceita personalização de modulações, dimensões e de acabamento, do tecido que reveste os módulos à cor dos pés. A composição modular ajuda nesse ajuste: o mesmo desenho pode se estender em um trecho reto ou se dobrar em um canto, conforme o espaço disponível na sala de estar. É uma peça pensada para se adaptar ao ambiente, sem abrir mão da curva nas pontas e da assinatura de Tiago Zanotto que a acompanha em qualquer configuração.

